Minha mãe, aos 17 anos, lá pela década de 1940, trabalhava como telefonista. Numa central da Prefeitura. Era um único aparelho para atender a população daquela pequena cidade do interior. Obviamente que para ligações interurbanas, pois nenhuma residência possuía este recurso.
Com a chegada da internet e os telefones móveis, nossa geração hoje se beneficia, não apenas para falar. São inúmeras aplicações ao alcance de grande parte da população do planeta. Sem dúvidas, um extraordinário avanço.
A grande questão reside na forma de como utilizarmos esta maravilha do século. Até que ponto ajuda nas relações e na educação. Como vai a caligrafia dos mais jovens, o nível de atenção nas aulas e o senso do limite.
Passar tanto tempo colado nestes aparelhinhos pode comprometer a saúde?
Sinto saudades das fotografias reveladas e das cartas escritas de amor!